A Prefeitura de Manaus entregou, nesta terça-feira (24), a segunda etapa do cemitério vertical Nossa Senhora Aparecida, localizado no bairro Tarumã, zona Oeste da capital. A obra amplia a capacidade de sepultamentos e busca solucionar um déficit histórico enfrentado pela cidade há mais de 40 anos.

A nova estrutura integra um modelo moderno de sepultamento vertical, adotado em grandes centros urbanos, que otimiza o uso do espaço e garante mais organização e dignidade às famílias.

Segundo o prefeito David Almeida, o investimento representa uma solução definitiva para a demanda crescente por espaços funerários.

“Estamos entregando uma solução para um problema histórico da cidade, após mais de quatro décadas sem novos cemitérios”, afirmou.

Expansão da estrutura

O projeto do cemitério foi planejado em três etapas. A primeira, entregue em 2022, disponibilizou 5 mil lóculos. Nesta segunda fase, foram adicionadas mais 7.400 unidades. A terceira etapa, ainda em planejamento, prevê a construção de mais 8.400 lóculos.

Ao final, o complexo deverá ultrapassar 20 mil sepulturas verticais, além de cerca de 10 mil ossuários, permitindo a reutilização dos espaços conforme a legislação.

Atualmente, com as duas primeiras fases concluídas, o espaço já soma aproximadamente 13 mil sepulturas e segue em funcionamento para atender à demanda da capital.

Modernização e impacto

Além da ampliação física, o projeto trouxe melhorias estruturais ao local, que anteriormente enfrentava problemas como falta de água encanada, ausência de organização e infraestrutura precária.

A gestão municipal também destaca avanços como iluminação, segurança e manutenção contínua nos cemitérios da cidade.

Outro destaque é a implantação do primeiro cemitério indígena de Manaus, integrado ao complexo, voltado aos povos originários.

Com a conclusão total da obra, a prefeitura projeta eliminar o déficit de vagas para sepultamentos e estabelecer um novo padrão na gestão funerária da capital.

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