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A campanha antirracismo “Uma só pele”, em apoio ao atacante brasileiro Vinicius Júnior, foi lançada oficialmente nesta terça-feira (13) em Madrid, em encontro com os presidentes da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, e da CBF , Ednaldo Rodrigues. Durante o encontro foi revelado que o amistoso Brasil x Espanha, em março de 2024, uma das ações previstas pelo movimento de combate ao racismo, ocorreu no estádio do Real Madrid, o Santiago Bernabéu. No último dia 21, Vini Jr. foi alvo de ataques racistas pela 10ª vez no Campeonato Espanhol. Os insultos foram proferidos na derrota do Real para o Valência por 2 a 1.
“Queremos demonstrar que estamos juntos nisso e que há uma relação magnífica entre as duas federações. O futebol foi inventado para ser aproveitado, para transmitir valores, para as pessoas se divertirem e não para coisas negativas como gerar violência, muito menos dar espaço às pessoas que usam o futebol como escudo para transmitir algo negativo como um insulto racista ou qualquer tipo de violência”, afirmou Rubiales.
🗣️ Luis Rubiales, presidente de la @RFEF: “Admiramos Brasil ya su selección”.
➡️ “Estamos muy comprometidos y contentos con este partido”.
➡️ “Queremos demonstrar que estamos juntos para transmitir valores y rechazamos qual tipo de violência”.#UnaMismaPiel | #UmaSóPele pic.twitter.com/NldQui8ll4
— RFEF (@rfef) 13 de junho de 2023
O encontro dos dirigentes ocorre um dia após a apresentação de convocados da seleção brasileira em Barcelona, onde a equipe enfrentará a Guiné no próximo sábado (17), às 16h30 (horário de Brasília), no primeiro de dois amistosos da Data Fifa – o segundo será três dias depois, contra o Senegal, em Lisboa (Portugal).
O presidente da CBF defendeu ações mais enérgicas das autoridades do futebol para coibir o crime de racismo. Ele citou como exemplo as recompensas aceitas pela entidade, em fevereiro deste ano.
“Multas não bastam. Os clubes também precisam ser responsabilizados. A CBF foi a primeira federação de futebol a adotar mais duras para casos de racismo, como redução de pontos na classificação do campeonato, fechamento de arquibancadas ou expulsão vitalícia”, detalha Ednaldo Rodrigues . “Precisamos liderar uma campanha mundial para lutar contra esse vírus que envergonha a todos no futebol”.
Na final da semana seguinte aos insultos racistas contra Vini Jr. na Espanha, a CBF promoveu a campanha “Com o racismo não tem jogo” com ações de combate ao preconceito racial em todos os jogos da oitava rodada do Brasileirão – de 27 a 28 de maio.
“Não há lugar para insultos racistas em nosso futebol”, enfatizou Rubiales. “É intolerável que eventos como o que aconteceu com o Valencia causoum em nosso país”.
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