A Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), administrada pela Prefeitura de Manaus, alcançou 100% de conformidade na Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A unidade se tornou o primeiro e único hospital do Amazonas a atingir esse resultado entre os 31 hospitais públicos e privados avaliados no Estado que possuem leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O prefeito de Manaus, Renato Junior, destacou que o índice máximo representa o cumprimento integral das exigências estabelecidas pela Anvisa.
“Esse resultado confirma o compromisso da nossa gestão e da maternidade municipal com a qualidade assistencial e com os protocolos de segurança, tanto para pacientes quanto para os profissionais de saúde, especialmente na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal”, afirmou.
A conquista é o segundo reconhecimento de destaque alcançado pela maternidade em 2026. Em janeiro, a unidade foi apontada entre os 100 melhores hospitais públicos do Brasil, sendo a única maternidade do Amazonas incluída no levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), Instituto Ética Saúde (IES), Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
A diretora da MMT, enfermeira obstetra Núbia Cruz, destacou que o reconhecimento é resultado do trabalho contínuo das equipes da unidade.
“Essa conquista é mais um reflexo do empenho em capacitar constantemente nossos profissionais e atuar com responsabilidade e excelência em áreas sensíveis, como uso seguro de medicamentos, controle de infecções e comunicação efetiva entre os profissionais da saúde”, ressaltou.
Critérios avaliados
A Avaliação Nacional das Práticas de Segurança do Paciente em UTI utiliza 21 indicadores informados pelos Núcleos de Segurança do Paciente (NSP) e pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).
A estratégia busca fortalecer a cultura de segurança nos hospitais, com foco em gestão de riscos, melhoria da qualidade e adoção de boas práticas nos serviços de saúde.
A chefe do Núcleo de Segurança do Paciente da maternidade, enfermeira Maria Ozanilda Bezerra de Oliveira, explicou que as medidas preventivas também ajudam a reduzir custos hospitalares e melhorar os atendimentos.
“Realizamos atualizações constantes sobre os protocolos multiprofissionais e trabalhamos para reduzir ao máximo os índices de infecção e possíveis erros durante a internação dos pacientes, sempre buscando melhorias nos processos e na qualidade da assistência”, concluiu.

